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Arquitetura hospitalar, rodapé para piso de hospital

Arquitetura hospitalar: normas e a construção de ambientes saudáveis

Projetos especializados para a arquitetura hospitalar visam a recuperação da saúde de pacientes e exigem cuidado com diversos pontos de sua construção. Não à toa, é preciso seguir uma série de normas, como a RDC nº 50, do Ministério da Saúde, que é o documento oficial para o planejamento, programação, elaboração e avaliação de obras em ambientes assistenciais da área. O regulamento deve ser um norte para profissionais que desejam realizar todo o processo proporcionando segurança e bem-estar. 

Além deste, há outros que contribuem efetivamente para o bom funcionamento dos estabelecimentos da saúde. A Anvisa, por exemplo, também elabora manuais com orientações e normas técnicas que devem ser incrementadas à risca. Estar com todos esses parâmetros de segurança higiênico-sanitária em prática é essencial para garantir a saúde dos pacientes, evitar infecções e até mesmo o básico, como conseguir certificações de funcionamento. 

A Anvisa criou especificações e normas para cada setor da saúde. Para hospitais, por exemplo, o título é o “Manual Prático para Arquitetura em Hospitais”, que carrega referências para entender melhor como se deve proceder em projetos arquitetônicos e cada cômodo. O guia prevê a importância em desenvolver um mapa de risco hospitalar para que todos estejam cientes da estrutura e possam garantir a segurança do paciente.

Inclusive, o Brasil é um dos países com normas mais avançadas em relação à arquitetura hospitalar – o que reflete 100% em toda a qualidade dos espaços de serviços ligados ao setor. Porém, como aspecto negativo, elas não são atualizadas há algumas décadas e, para melhores orientações, deveriam passar por algumas revisões mais modernas. Por outro lado, não devem ser menosprezadas em nenhuma hipótese.

Outro ponto para os profissionais se atentar ao lidar com arquitetura hospitalar é o planejamento de móveis e estruturas que possam ser adaptados permitindo reformas e ampliações com pouco deslocamento. 

Normas para arquitetura hospitalar e materiais

Os materiais utilizados também são importantes na arquitetura hospitalar. Muitos profissionais acabam dando mais atenção às regras e abrem mão da escolha correta das matérias-primas. 

Optar por um produto que seja fácil de limpar, com boa durabilidade e que não acumule sujeira, devem estar entre os principais tópicos. Pensando nisso, listamos duas dicas fundamentais: 

Emendas e rachaduras 

Estruturas podem acumular bactérias em suas emendas ou ranhuras provocadas pelo uso. O mais seguro é optar por materiais moldados e estar atento a possíveis rachaduras que possam surgir com o tempo de uso. Solicitar uma peça única aos fornecedores é um dos caminhos mais assertivos.

Materiais naturais

Madeira, mármore e outras estruturas naturais são incríveis estéticamente, mas não são as mais indicadas para ambientes da área hospitalar. Isso porque, por serem naturais, favorecem a proliferação de microorganismos. 

Para proporcionar um espaço aconchegante, o ideal é buscar por cores e materiais que simulam texturas naturais, mas sejam indicados em normas que preveem a higiene sanitária. 

O que mais influencia a arquitetura hospitalar? 

Há fatores que podem influenciar diretamente na saúde, bem-estar e na recuperação dos pacientes. Listamos alguns que são essenciais em projetos hospitalares.

Temperatura

O conforto térmico é fundamental em ambientes da área da saúde, mas a temperatura utilizada deve preservar aparelhos e diminuir a proliferação de vírus e bactérias. Consequentemente, ajudando na melhora do quadro clínico dos pacientes. 

Ventilação

A ventilação natural é extremamente importante para a renovação constante do ar nos espaços da clínica e hospital. Além de auxiliar no combate às infecções e transmissão de doenças por meio da incubação de microrganismos na atmosfera, áreas abertas transmitem mais tranquilidade aos pacientes e familiares. 

Em casos de doenças transmissíveis, o isolamento é desenvolvido de maneira segura prezando pela recuperação e que este se sinta confortável, sem que ocorra o contágio de terceiros. 

Iluminação

Poucos projetistas levam esse detalhe em consideração, mas a iluminação atua no equilíbrio psicofisiológico dos pacientes. O fator é capaz de promover a humanização dos cômodos proporcionando uma sensação de aconchego, melhorando o humor e, dessa forma, o processo de recuperação.

Acessibilidade

Obviamente, estabelecimentos do setor devem estar preparados para receber pessoas com as mais diversas necessidades, desde básicas até específicas. E, para zelar pela saúde e acesso de todos, em suas diferentes condições, toda a estrutura deve ser apta ao uso de muletas, cadeira de rodas, idosos, crianças e gestantes. 

Decoração

Além da decoração e da iluminação, as cores de um ambiente interferem diretamente no humor e relaxamento das pessoas. Em geral, centros de saúde optam por cores frias, representando higiene e neutralidade.

Mas, com a modernização da arquitetura hospitalar, os tons neutros estão cada vez mais dando lugar a cores alegres e quentes – que buscam transparecer acolhimento e bem-estar. Com os novos caminhos, diferentes revestimentos com texturas passaram a ser uma ótima saída para deixar o básico de lado, focando no conforto e sofisticação.

Modelos de cama hospitalar

Normas técnicas para acabamentos na arquitetura hospitalar

Piso

De acordo com a Anvisa, a RDC 50 prevê que em áreas de maior cuidado o piso deve apresentar impermeabilidade menor ou igual a 4%. Além disso, o documento orienta o uso do piso vinílico em manta, já que este é um tipo mais econômico e duradouro.

Vale lembrar que área crítica é todo ambiente com alto risco de contaminação e infecção. Ou seja: UTIs, salas de cirurgias, bancos de sangue e similares. A regra se estende como um conselho para as semi-críticas, que são os ambulatórios e enfermarias.

Com inúmeras limpezas, o revestimento do piso deve ser resistente para que o uso de produtos em excesso não danifique a sua qualidade. E, assim como as estruturas, ele não pode possuir emendas ou juntas para não acumular sujeiras.

Também por indicação da Anvisa, não se deve usar cimento para o rejunte de peça em áreas críticas sem que haja um agente anti absorvente, pois pode gerar o acúmulo de impurezas. 

Tintas

Na arquitetura hospitalar, o modelo de tinta utilizado é um especial para ambientes que necessitam de higienização para eliminar contaminações sérias como centros cirúrgicos, consultórios e clínicas. Seu objetivo é impedir a proliferação de microrganismos com uma tecnologia que desnatura a parede e a membrana celular das bactérias, impedindo sua divisão celular. 

No mercado, as tintas para hospitais são apresentadas em diversas subcategorias, como a antialérgicas e a anti-mofo. Ambas são fáceis de limpar e evitam a proliferação de bactérias, essencial para ambientes hospitalares. Agora, se o ambiente estiver ocupado, a tinta deve ser sem odor e de secagem rápida, o que evita o incômodo e complicações em pacientes. 

Ao todo, as linhas de tinta hospitalar possuem alta cobertura, boa resistência e são desenvolvidas de acordo com as normas e com alto grau de fungicidas e bactericidas que diminuem a proliferação de mofo e bactérias.

Materiais de acabamento para hospitais

Locais que exigem planejamento espacial na arquitetura hospitalar

Escadas

As escadas para hospitais apresentam normas específicas da Anvisa – além de ser obrigatório a ausência de espelhos vazados, o piso das escadas deve conter revestimento antiderrapante.

Rampas

O material do piso não deve ser muito escorregadio, para evitar qualquer tipo de acidente nesta área.

Rodapés

Os rodapés também precisam de atenção especial, pois exigem uma limpeza completa em todo o ambiente hospitalar. Seguindo todos os requisitos exigidos pela Anvisa, o melhor tipo é aquele com alta durabilidade, resistência e fácil limpeza para resistir a fungos e bactérias. 

Em clínicas e hospitais, a norma RDC 50/2002 estabelece que a junta entre o rodapé e o piso deve incluir uma limpeza completa. O rodapé deve ser fortemente arredondado, porque, em outro formato, a manutenção da higiene local é comprometida. Além disso, deve ser instalado com cuidado na parede para ter a base perfeitamente alinhada. Caso contrário, pode causar o acúmulo de poeira.

Conclusão

Uma boa gestão e o respeito às normas na arquitetura hospitalar são essenciais para garantir uma jornada acolhedora ao paciente, desde a recepção, consulta à internação. É importante promover um local agradável visualmente, com espaço, cores, iluminação e mobília confortável. Modernizar seu hospital, clínica ou consultório também promove uma mudança enorme na forma que o usuário enxerga o seu cuidado com ele.

Como adaptar a casa para idosos

15 dicas para adaptar a casa para um idoso que requer cuidados e maior acessibilidade

As dificuldades físicas que acompanham a idade, em certo ponto, tornam-se mais frequentes e comuns entre os idosos. Chegado este momento, a acessibilidade das moradias passa a ser uma questão para os próprios e seus familiares. Através de dicas fáceis de adaptação é possível deixar o ambiente mais confortável e seguro, além de prevenir as lesões do dia a dia – consideradas uma das maiores causas de hospitalização entre a faixa etária. 

Por essa razão, neste artigo, traremos dicas de como organizar a casa ou apartamento para que o idoso siga com suas atividades e mantenha sua autonomia sem riscos. Isso porque o bem-estar, e em todas as idades, é algo que deve ser prioridade no lar. Lembrando também que após os 60 anos é muito comum o surgimento de mudanças no corpo e de outras demandas da rotina. 

Selecionamos os benefícios e as formas de realizar adaptações em casa para diminuir os riscos de acidente. Vale ressaltar que a maioria das quedas deste grupo não acontece na rua, mas em casa, onde a pessoa se sente mais confiante e mais familiarizada com o ambiente. São vários os fatores que levam a essas ocorrências, como por exemplo a perda da acuidade visual, onde se compromete a profundidade dos objetos. Para evitar este caso, por exemplo, o recomendável é reforçar a iluminação dos cômodos. 

Outro ponto de atenção é a dificuldade em se locomover e o surgimento de doenças como labirintite, que comprometem o equilíbrio. Barras de apoio, escadas seguras e passagens livres são essenciais para evitar quedas neste cenário. Por vezes, há diagnósticos que os fazem querer andar mais rapidamente, como incontinência urinária, que leva a tropeços ou acidentes no trajeto ao banheiro. Ou seja, todos os detalhes e situações devem ser levadas em consideração para a projeção de local seguro aos idosos.

Os geriatras aconselham ainda que, no caso de indivíduos em idade avançada e com problemas de mobilidade que morem sozinhos, existam assentos sanitários que são mais altos e reduzem o esforço no momento de assentar ou levantar. Assim como há sofás, camas e cadeiras com o alcochoado mais elevado. 

Uma reforma geral na casa pode proporcionar mais proteção, mas em muitos casos uma adaptação mais simples já significa maior segurança e conforto. Abaixo, reunimos todas as dicas necessárias para adaptar sua residência pensando em ações específicas para cada ambiente. Em casos de diagnósticos e doenças específicas, o ideal é sempre conversar com o médico para providenciar a melhor rede de apoio ao seu familiar. 

Por que adaptar a casa para idosos?

Ao longo dos anos, não somente os ossos do corpo ficam mais frágeis, mas também outras estruturas, como as articulações e músculos também. Logicamente, isso não se limita às pessoas acima de 60 anos, porém significa que elas podem estar mais suscetíveis a problemas que impactam seu bem-estar físico. 

Em outros casos, há ainda os fatores psicológicos que podem causar certas inseguranças diante de alguns empecilhos do dia a dia, como agachar para pegar objetos em armários próximos ao chão, descer e subir escadas, escorregar no banheiro e mais circunstâncias.

De qualquer forma, buscar por adaptações na estrutura da casa ou do apartamento evitam o excesso de esforços, por exemplo, e demais desconfortos. Abaixo, as dicas que separamos para você colocar em prática. 

Formas de adaptar a casa para idosos

Proporcione segurança em todos os ambientes

Em geral há uma preocupação limitada aos quartos e banheiros, mas as passagens da casa que levam as pessoas aos cômodos, ou seja, o caminho, também oferecem os grandes riscos pela falta de apoio, diminuição da iluminação e até obstáculos encontrados no chão. Não à toa, as adaptações precisam contemplar também os halls, entradas e corredores. 

O primeiro passo para preservar a segurança deve ser a instalação do corrimão em todas as paredes que levam aos diferentes ambientes. Assim, o idoso pode contar com um apoio para a locomoção em qualquer circunstância, evitando quedas bruscas. 

A iluminação também deve ser ajustada. O conselho é optar por lâmpadas capazes de auxiliar a visão, evitando locais mais escuros que possam confundir quem estiver passando. Outra solução é instalar sensores de presença para que as luzes se acendam sem que seja necessário chegar ao interruptor no escuro. Por último, com o intuito de prevenir escorregões e tropeços, evite tapetes e móveis no caminho. 

Barras de apoio 

Esta é a regra mais básica de segurança. As barras de apoio são instaladas em pontos estratégicos da casa para, justamente, ser um auxílio na locomoção dos idosos. O mais comum é utilizá-las nos banheiros e próximo às escadas, mas a dica é colocá-las em todos os pontos onde não há como se sustentar em casos de desequilíbrio. Outro local importante são aqueles onde o idoso precisa de suporte para levantar, sentar ou deitar – próximos a camas e sofás. 

Por segurança, as barras devem ser corretamente instaladas para serem realmente firmes, suportando o peso destinado em sua estrutura. Procure uma equipe especializada e um material de qualidade. 

Cuidados na sala 

Por conta da dificuldade de movimentação, os móveis precisam ser firmes o suficiente para servir de apoio, conforme citamos anteriormente. Em relação aos assentos (cadeiras, poltronas e sofás), também precisam apresentar firmeza e a altura certa para que os pés se mantenham sempre apoiados no chão, ajudando no equilíbrio ao se levantar e sentar. Para poltronas e cadeiras, dê preferência para modelos com braços. 

Especialistas ainda recomendam que os móveis e estantes sejam presos ao chão ou à parede e com bordas arredondadas. Objetos usados com frequência, como controles remotos de televisão e telefones, precisam ser posicionados em um lugar de fácil acesso.

Adaptação do quarto 

O primeiro passo é excluir os tapetes! O item de decoração é um dos grandes responsáveis por tropeços que ocasionam quedas. A cama não deve ser muito alta para que não haja excesso de esforço ao se deitar ou se levantar. Caso o piso seja de madeira ou de outro material que exija polimento, o ideal é usar um produto que não o deixe escorregadio. 

Para médicos e cuidadores, também não é bom mudar os móveis de lugar. Isso porque, conhecendo o ambiente, o idoso se sente mais seguro para ultrapassar possíveis obstáculos ou reagir mais rapidamente em situações de desequilíbrios. 

Evite acidentes no banheiro

Com toda certeza o banheiro é o cômodo tido como o mais perigoso da casa para os idosos. Em maioria, os acidentes acontecem nele, local onde o indivíduo está sozinho e se sente relaxado por estar em sua própria moradia. Além, claro, das quedas serem motivadas pelo ambiente úmido e muitas vezes com pouco apoio – as barras são indispensáveis e aconselhadas a serem instaladas ao lado do vaso sanitário e tanto dentro quanto na saída do box de banho.

Banheiro adaptado para idosos

Entre as formas de evitar acidentes no banheiro também está o uso do piso antiderrapante. E se a área destinada ao banho permitir, geriatras indicam o uso de um banquinho para que o indivíduo possa se sentar durante a lavagem – a dica é fundamental para idosos que já utilizam bengalas, por exemplo. Os melhores modelos são os mais firmes, de alvenaria ou presos por ventosas. Opções em plástico e dobráveis não devem ser usadas pois são frágeis e podem se quebrar com facilidade.

Torneiras e maçanetas são melhores no modo de alavanca, porque são mais fáceis de manusear em comparação com as circulares. Já as portas ideais são aquelas com largura mínima de 80 cm, pois proporcionam mais espaço na passagem – contemplando andadores e cadeiras de rodas. Também não devem conter trancas, já que esta dificulta o socorro imediato. 

Se o piso antiderrapante não for uma opção no momento, invista em tapetes de borracha que podem ser fixados ao chão para evitar escorregões, principalmente no box. 

Outra adaptação positiva é elevar o assento do vaso sanitário. Isso porque, ao flexionar menos as pernas, a pessoa garante mais estabilidade na hora de se levantar.

Dicas para a cozinha

Tanto a altura da bancada, como a da pia, devem permitir a manipulação de alimentos ou a lavagem de pratos com o idoso sentado à sua frente. O que geralmente confere uma medida entre 80 e 95 cm. Em relação aos armários, o alcance deve estar entre 50 cm e 150 cm de altura, evitando que as pessoas tenham que se curvar ou subir em escadas para alcançar o objeto que desejam. 

Tapetes na cozinha

É comum que o chão fique um pouco molhado na hora de lavar a louça, então para evitar acidentes, coloque um tapete próximo à pia. Mas, lembre-se, este precisa ser bem fixado, caso contrário agrava os riscos.

Cozinha acessível para idosos

O corredor

Além da sinalização ser essencial em casos de desnível, barras de apoio e boa iluminação são fatores importantes a serem considerados na reforma.

Escadas

A escada é um perigo em todas as idades. Agora, imagine para aqueles que já não apresentam tanta coordenação e força física. Se for possível realizar uma reforma mais assertiva no imóvel, as dicas principais contam com a instalação de sensores de luz, corrimão e piso antiderrapante.

Mas, caso o cenário seja outro, mantenha as luzes acesas sempre que for passar pelo trajeto e nunca se esqueça de providenciar barras de apoio. Use fitas antiderrapantes em cada degrau! 

Pontas arredondadas em toda a mobília

Objetos com ângulos retos não são adequados para idosos. Para evitar ferimentos, escolha móveis com bordas arredondadas ou proteja as quinas de mesas e outros móveis que possam representar perigo com adaptadores de silicone – assim como é feito com bebês e crianças pequenas. 

Altura dos utensílios 

Como podemos observar ao longo do artigo, esticar ou abaixar são movimentos que exigem maiores cuidados. Ou seja, realizá-los para alcançar utensílios pode ser incômodo. Sendo assim, é interessante deixar os itens de uso frequente na altura das mãos. Só este cuidado já é de grande auxílio para a acessibilidade de um idoso. 

Atenção ao piso

Os pisos estão entre as principais reclamações dos idosos e a solução para evitar maiores acidentes é sempre o modelo antiderrapante. Inclusive, a recomendação é unânime. Em áreas próximas a degraus, escadas ou inclinações de níveis, é preciso um cuidado extra. O ideal é apresentar um acabamento de qualidade e texturas capazes de evitar quedas.

Porém, para mudanças efetivas de curto prazo, existem adesivos autocolantes que podem ser instalados por cima do piso, deixando o acabamento mais potente. 

Maçanetas de alavanca ou circulares

Com menos força na mão, a ideia é facilitar a rotina do idoso e diminuir seus esforços optando por maçanetas do tipo alavanca. 

Mantenha os fios fixos às paredes

Isso não é incomum, especialmente em mesas com computadores ou móveis com TVs, onde fios e cabos estão espalhados pelo chão. O problema é que facilmente podemos facilmente ficar presos nesses fios e tropeçar. Portanto, sempre que possível, fixe os fios na parede com o auxílio até mesmo de uma fita isolante. 

Passagem limpa e bem iluminada

Enxergar todo o chão é essencial para fugir de tombos e mais machucados. Para evitar, a dupla responsável por maiores seguranças é a passagem livre (sem objetos no piso) e boa iluminação. Outra dica é evitar o excesso de móveis, tapetes e qualquer outro item de decoração. 

Sobre a iluminação, a ideia é que idoso possa ter todos os seus passos iluminados. Isso inclui a instalação de novas lâmpadas e abajures por toda a extensão do ambiente. 

Área externa

Expostas à chuva, ventos e mais situações, as áreas externas precisam obrigatoriamente contar com a instalação do piso antiderrapante e sinalização de desnível. Especialistas indicam que a inserção de uma faixa amarela ajuda no campo de visão.

Conclusão

Por fim, vimos que há uma extensa lista de adaptações disponíveis no mercado e indicadas por médicos e cuidadores, mas com poucas mudanças já é possível proporcionar maior acessibilidade em casa para os idosos de forma prática e fácil!

Modelos de cama hospitalar

Modelos de cama hospitalar: características e propósitos de uso

As camas hospitalares estão disponíveis no mercado em diferentes modelos. Cada tipo possui características apropriadas e importantes para o tratamento e conforto dos usuários em ambiente hospitalar ou domiciliar – elas são essenciais para a manutenção e recuperação da saúde dos pacientes, pois promovem bem-estar e segurança, assim como torna mais prático o trabalho de médicos e equipes de enfermagem.

Como as camas apresentam mais de uma possibilidade, para atender as necessidades específicas de cada pessoa segundo a finalidade de seu tratamento, será mais do que essencial fazer a escolha certa do modelo. 

As de baixa perda de ar, por exemplo, são destinadas para pacientes com queimaduras, úlcera de pressão e doenças na pele, justamente por apresentar menor pressão. Já as camas Clinitron, também utilizadas para queimaduras ou enxertos, são indicadas por conterem um ar aquecido que circula pelo colchão, diminuindo igualmente a pressão e possíveis incômodos nas feridas. 

Entre as camas, há ainda as macas hospitalares que são aquelas usadas em salas de emergência. Suas principais características são a mobilidade: possuem rodinhas e são dobráveis. Em maioria, são usadas para auxiliar na locomoção dos pacientes. 

Na realidade, o que mais difere entre os modelos são as suas dimensões, os materiais da estrutura e o colchão. Além das principais, estão as características secundárias (mas não menos importantes), como o rebaixamento e elevação do leito, grade de proteção lateral e se essas são fixas ou removíveis. 

Em relação aos tamanhos, o padrão é de 1,90m de comprimento e 0,90m de largura, podendo variar de acordo com o fabricante.

Para que o paciente tenha mais conforto, as camas possuem alguns ajustes que podem ser tanto mecânicos quanto elétricos – manivelas manuais ou controle remoto, dependendo do modelo da cama. Vamos falar sobre a seguir. 

Conheça mais sobre cada modelo de cama hospitalar

Mas, antes, saiba quais são os ajustes mais comuns e, geralmente, mais necessários de estarem contemplados nas camas:

  1. Ajuste da cabeceira;
  2. Remoção das barreiras laterais;
  3. Regulagem da altura do estado e das grades de proteção laterais;
  4. Inclinação lateral;
  5. Apoio das costas, coxas e panturrilhas;
  6. Extensão da cama;

Principais tipos de camas hospitalares e suas funções

  1. Cama hospitalar elétrica;
  2. Cama hospitalar manual;
  3. Cama hospitalar semi-elétrica;
  4. Maca hospitalar;
  5. Cama hospitalar de baixa perda de ar;
  6. Camas de terapia Clinitron;
  7. Cama hospitalar PPP.

Cama hospitalar elétrica

A cama hospitalar elétrica possui um controle em sua lateral para que o paciente possa ele mesmo acessar suas diferentes funções, dando autonomia para o usuário. Por ser uma cama hospitalar motorizada, é encontrada em grandes hospitais. 

Por conta de seu layout moderno, que possibilita fáceis interações, é geralmente indicada para pessoas com limitações de movimentos ou restritas ao leito. As camas beneficiam a circulação, dores na coluna e também o refluxo digestivo. 

Com mudanças no ângulo de inclinação na área das pernas e da cabeceira oferecem uma posição maior de conforto. Inclusive, os idosos são os mais beneficiados com as camas elétricas, também chamadas de articuladas motorizadas. 

Cama hospitalar manual

Possui movimentos através de manivelas que favorecem a circulação de sangue em determinadas partes do corpo do paciente, melhorando sua recuperação. Assim como o modelo anterior, proporciona maior conforto e segurança com a elevação da cabeceira e das pernas, prevenindo também úlceras de pressão. 

Sua principal diferença da cama elétrica é, como o próprio nome diz, que esta funciona a partir de uma manivela manual ao invés de um controle remoto. 

Cama hospitalar semi-elétrica

Uma cama semi-elétrica é uma mescla de ambas. O modelo tem um motor que controla os ajustes para os pés e a cabeça. Pressionando um botão, você pode facilmente mudar suas posições. Porém, a altura da cama, por exemplo, é sempre uma mudança feita à mão.

Estas são um pouco mais caras que camas manuais, porém, com a vantagem adicional de não precisar trabalhar manualmente para ajustar as duas extremidades da cama. E, assim, com um valor mais acessível que uma articulada elétrica. 

São utilizadas por pacientes que exigem a troca de altura com frequência, apenas as alterações de posições. 

Maca hospitalar 

A maca hospitalar é a cama para emergências. Não à toa, não possui vantagens como uma cama motorizada, mas possui mobilidade por ter rodinhas e ser dobrável – conforme vimos na introdução. São usadas para a locomoção entre quartos, centro cirúrgicos e ambulâncias. 

Cama hospitalar de baixa perda de ar

Ao contrário das camas hospitalares comuns, esse tipo possui um sistema diferenciado que sopra para o interior do colchão, diminuindo a pressão em feridas e mantendo elas sempre secas e frescas. Dessa maneira, seu uso é específico para pacientes com queimaduras, enxertos no corpo, propensos a úlcera de pressão e problemas de pele.

Camas de terapia Clinitron

A opção apresenta uma tecnologia diferenciada para possibilitar um tratamento de feridas ainda com mais conforto para pacientes com questões complexas e expostas. 

A cama contém um ambiente de cicatrização ideal para pacientes com pele comprometida. Seus sistemas contam com terapia de fluidificação de ar, o que diminui a pressão da interface, ao mesmo tempo em que aumenta as propriedades de imersão, melhorando consideravelmente a cicatrização.

Cama hospitalar PPP

Este modelo nada mais é do que a cama utilizada em parto. O nome vem de suas funções de pré-parto, parto e pós-parto. Tem por finalidade proporcionar para a gestante maior conforto, além de evitar a transferência entre o quarto e o centro cirúrgico. 

Transformando-se em cama hospitalar para repouso após o parto, ela possui um leito estofado com capa em courvin, que não permite líquidos e resíduos atingirem a espuma, facilitando assim a higienização depois do nascimento. 

Posições de camas hospitalares e seus encargos 

Acionados por sistema elétrico, controle remoto, ou manualmente, as camas hospitalares apresentam diferentes movimentos de apoio à cabeça, pernas, coluna e a possibilidade de elevação para procedimentos vasculares.

Posição 90º

Similar com a posição Fowler na região dorsal, a posição 90 graus apresenta angulação negativa nas pernas em relação ao assento e ao dorso. A alternativa é indicada para a recuperação de pacientes cardíacos ou com problemas respiratórios. 

Promove alívio dos pulmões e melhoria do sistema circulatório e metabólico em usuários com suporte ventilatório, por exemplo. 

Posição vascular

Há elevação angular das coxas com a panturrilha, em paralelo, à sessão dorsal. Esta posição é aconselhada para auxiliar no alívio da dor e melhoria da circulação dos membros inferiores. 

Fowler

Posição semi-sentada (45º) utilizada para tratamentos de pacientes com dispnéia após cirurgia de tireóide, abdominal ou cardíaca. Esta opção afasta os órgãos abdominais do diafragma, aliviando a pressão sobre a cavidade torácica, o que permite o melhor funcionamento dos pulmões. Também auxilia para que o usuário se alimente com mais facilidade. 

A posição é largamente utilizada em cirurgias plásticas, como, por exemplo, na abdominoplastia (ou dermolipectomia abdominal), visando relaxar a tensão nas suturas entre o abdômen inferior e flancos. 

Semi-fowler

Derivada da anterior, aqui, a cabeceira da cama hospitalar é posicionada em um ângulo de até 30º – o que reduz a falta de ar, drena o pulmão e auxilia na prevenção de aspiração de líquidos e secreções. Muito utilizada na recuperação de cirurgias abdominais e em pacientes com nível de consciência reduzido. 

Trendelenburg

É quando os membros inferiores ficam mais elevados em relação à cabeça do paciente. A Trendelenburg é indicada para facilitar o acesso à região pélvica, auxiliar no preenchimento e distensão, e ajudar no processo de inserção de cateteres centrais e periféricos – auxiliando na perfusão, estado de choque e drenagem de secreção pulmonar. 

Reverso de Trendelenburg

Inversa a anterior, a cabeça e o tronco do paciente ficam mais elevados em relação aos membros inferiores. Utilizada justamente para melhorar a circulação dos membros inferiores, tratar embolismo aéreo venoso, melhorar a circulação da região cerebral, prevenir broncoaspiração de vômitos e ingurgitar vasos do cérvix para colocação de cateteres venosos centrais. Também facilita a respiração em pacientes com sobrepeso e obesos. 

Estrutura e composição de camas hospitalares

Confeccionadas em aço retangular, em maioria comum, seguem as seguintes medidas: 1.020 recaudo, 50x30x1,5 mm de espessura de parede. Suas estruturas são revestidas por carenagens e fiberglass – o que significa pares de grades laterais. 

Cabeceira e peseira também devem ser confeccionadas em fiberglass com acabamento em gel coat isoftálico. Este material apresenta boa durabilidade, sendo superior a outros tipos de polímeros. O leito deve conter protetor anti-impactos nas extremidades a base de PVC flexível. 

Certificação de camas hospitalares na Anvisa 

Todos os produtos que são direcionados à área da saúde – equipamentos, materiais e produtos para diagnóstico – quando regularizados pela Anvisa recebem um número de registro que deve estar disponível em sua rotulagem. Ao comprar uma cama hospitalar para leito domiciliar é importante consultar a validação deste código. 

Como optar pelo melhor modelo de cama hospitalar

Conforme vimos ao longo deste artigo, são vários tipos e modelos de camas hospitalares com objetivos diferentes. Saber escolher o mais condizente com o tratamento é necessário para a melhor recuperação do paciente. 

Leve alguns fatores em consideração na hora da escolha, como estado clínico, idade, peso, mobilidade e nível de dependência do paciente, tempo de utilização, principal objetivo, conforto e espaço disponível no ambiente que irá recebê–la.

Como buscar ATA de Registro de Preços

Onde e como pesquisar Ata de Registro de Preços​

A ata de registro de preço é um recurso utilizado na contratação de bens e serviços por meio de licitação nas modalidades de concorrência ou pregão. Nestes cenários, as empresas assumem o compromisso de fornecer preços e prazos registrados previamente. E, assim, o processo de adesão só é concluído quando os órgãos que integram a ata desejarem.

“Uma venda através de ata é uma modalidade de negociação direta para órgão público. Isso ocorre porque para vender para uma instituição do governo, é necessário participar de uma licitação. Em outras palavras, eles são obrigados a comprar através de licitação”, esclarece Maria Lima, especialista na área de vendas governamentais.

A entidade que gere e determinada ARP é a responsável em captar o maior número de organizações públicas com o mesmo interesse de aquisição e também a encarregada de providenciar os passos da licitação.

Esse órgão dirigente também tem o papel de autorizar ou não a chamada “carona” para os demais não participantes da ata, mas que pretendem fazer a mesma adesão de bens ou serviços. Após a conclusão da licitação, o gerenciador registra os preços do licitante vencedor e publica o documento que terá validade de 12 meses a partir da data da assinatura.

Depois de um ano vigente, caso os preços da ata de registro se mantenham vantajosos para as entidades participantes em relação aos valores do mercado, o órgão responsável pode renovar a validade – sempre com o mesmo tempo de vigência. 

Vantagens de adesão da ata de registros de preços

Sua maior vantagem é o acesso a melhores preços dos fornecedores em detrimento da quantidade de aquisições, já que nesta fórmula de licitação a compra será feita por diversos órgãos no mesmo período. Outra vantagem é a possibilidade de fazer a aquisição parcelada ou até mesmo não fazer nenhuma, caso não seja o momento de investir. 

Agora, para as instituições não participantes, o maior benefício é poder fazer a chamada “carona” no processo licitatório de outra entidade, o que gera economia e otimização de tempo. E, no cenário das empresas, essas ganham por fornecer para um número ilimitado de órgãos públicos. 

Os fornecedores que participaram da licitação, mas não foram vencedores, também podem registrar seus produtos na ata de registro de preços. Para isto é necessário solicitar em tempo hábil ao órgão gerenciador o seu cadastro seguindo os mesmos valores da licitante escolhida. 

Quem pode aderir à ARP? 

De acordo com o Decreto Federal nº 7892/13, no art. 22, parágrafos 8º e 9º, as regras para adesão são:

  1. “É vedada aos órgãos e entidades da administração pública federal a adesão a ata de registro de preços gerenciada por órgão ou entidade municipal, distrital ou estadual”.
  2. “É facultada aos órgãos ou entidades municipais, distritais ou estaduais a adesão à ata de registro de preços da Administração Pública Federal”.

Onde buscar e como pesquisar a ata de registros de preço? 

Já sabemos o que são as atas, como funcionam e suas vantagens, mas como encontrá-las? Existem diversos meios possíveis de buscar por registros de produtos e serviços disponíveis – desde sites aos próprios fornecedores. Porém, o caminho mais seguro é através do portal de transparência do governo, então, como ressalta Maria Lima: “Geralmente, exige uma procura muito técnica, mas o modo mais assertivo é a busca nos portais de transparência dos estados e no do governo federal. A pesquisa deve ser feita com as características do objeto para que assim seja organizada uma lista de fornecedores mais específica”.

Portal de Transparência do Governo 

Através do portal da transparência, você encontra o SIASG – Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais. O recurso foi instituído pelo art. 7º do Decreto nº1.094, de 23 de março de 1994, e é um meio informatizado de apoio às atividades operacionais do SISG – Sistema de Serviços Gerais. Seu objetivo é unir os órgãos da administração pública federal direta, autárquica ou fundacional.

Ou seja, é no Siasg onde são realizadas as operações das compras governamentais dos órgãos integrantes do Sisg – o que inclui: 

  • Divulgação e a realização das licitações;
  • Cadastro de fornecedores;
  • Catalogação de materiais e serviços;
  • Registro dos contratos administrativos;
  • Emissão de notas; 

Para as instituições que não integram o SISG, ainda é possível utilizar o Siasg, integralmente ou em módulos específicos, por meio de adesão formal para uso do sistema, mediante assinatura. 

Passo a passo de como buscar por atas de registro de preços no portal da transparência: 

Para começar, acesse o site do Governo, depois siga as etapas abaixo:

  • Antes de mais nada, o importante é localizar uma ata de registro de preços vigente. No Portal de Compras do Governo Federal, no menu “Gestor Público”, seguido dos submenus “Consultas”, “Compras Governamentais”, “Atas” e “Atas de Registro de Preço por Material/Serviço” – você irá iniciar o processo de busca específica. 
  • Após o caminho acima, deverá ser preenchido o campo “data de vigência da ata”, respeitando o limite máximo para a seleção de um ano. Em seguida, escolha o campo desejado (material ou serviço). Depois da seleção, abrirá uma janela para que seja preenchido o nome do material. Para finalizar a etapa, clique em avançar. Desta forma, será disponibilizada uma lista de itens com diversas descrições. Selecione a descrição que atende melhor a demanda. Isso fará com que volte à tela anterior, no entanto, com o material já selecionado. Preencha o campo “Unidades de Federação” entre as opções disponibilizadas e clique em “consultar”. O Sistema fornecerá os órgãos que tenham atas vigentes do material selecionado. Entre na opção “detalhar” para visualizar o valor do material comprado pelos e o número do item da licitação.
  • Encontrada as atas vigentes, deverá ser anotado o número da UASG Gerenciadora e o código da licitação – esses dados são pré-requisitos para a obtenção dos documentos do edital, termo de referência e o relatório de homologação. 
  • Em seguida, realize o download do edital. Para isso, vá no Portal de Compras do Governo Federal, no menu “Gestor Público”, seguido dos submenus “Consultas”, “Compras Governamentais”, “Licitações” e “Avisos de Licitações”. Preencha o campo “Número de Licitação”, em seguida, “Cód. UASG (Unid.de Compra)”, e clique em selecionar. O sistema abrirá uma janela para que o “Cód. UASG” seja preenchido com o número anotado. Clique em “OK”, escolha o código e depois clique em “Selecionar”. Após, clique em “Itens e Download” e baixe o edital.
  • O próximo passo é verificar se o órgão permite adesão tardia à ata de registro de preços (carona). Para isso, depois de concluir o download do edital, será preciso verificar as cláusulas deste. Veja a descrição do item no termo de referência do edital, bem como o quantitativo total, uma vez que na adesão tardia o quantitativo a ser solicitado ao órgão gerenciador não pode ultrapassar o quantitativo adquirido pelo mesmo.
  • Por fim, verifique o valor homologado e a empresa vencedora. A informação será encontrada no Portal de Compras do Governo Federal, novamente, no menu “Gestor Público”, seguido por “Consultas”, “Compras Governamentais”, “Pregões” e “Atas/Anexos”. Preencha os campos “Cód. UASG” e “Número Pregão” e clique em “OK”. Vá no “Nº do Pregão”, “Termo de Homologação”, localize o código do item desejado e consulte o valor adjudicado.

Banco de ARPs

Além do portal da transparência, existem sites próprios que reúnem atas de registros de preços vigentes. Chamados de bancos de atas, muitas vezes, ele possibilita uma busca mais prática e efetiva, se comparada aos passos do caminho oficial. Abaixo, listamos alguns desses locais para auxiliar o encontro com os bens ou serviços de interesse. 

Portal do Governo 

Através do Portal Governo é possível acompanhar desde a orientação de todo o processo de adesão às atas de registro de preços, até as fases de contratação, produção, entrega, identificação de recursos, pagamento e pós-venda. Ele abrange inúmeros setores, auxiliando na busca de transporte, infraestrutura, saúde e segurança a itens de papelaria.

Ata Forte – Soluções para otimizar espaços

O site Ata Forte é referência no mercado brasileiro em atendimento governamental desde 1999. Por meio do sistema de gestão próprio, atende às expectativas dos clientes, se destacando entre as empresas do mercado de produtos e serviços. Sendo, hoje, referência pelas contribuições nas soluções eficientes e econômicas para as compras públicas. Seus serviços também são 100% gratuitos. 

Fonte de Preços – Praticidade em cotações públicas 

A Fonte de Preços reúne ferramentas particulares para auxiliar nas buscas, o que chamam de “Setor de Cotações” com pessoas reais. Além de consultar preços públicos, o portal gera relatórios e conta com inúmeras outras funções de expertise para realizar cotações de itens específicos e sempre priorizando os melhores valores.

São mais de 500 mil fornecedores cadastrados, 31 milhões de preços públicos e mais de 13 mil cotações personalizadas. 

Memora 

A Memora é uma empresa, inicialmente, focada em avaliação, diagnóstico, reformulação e melhoria de controles e procedimentos empresariais, mas que também apresenta um banco completo de atas de registros de preços para soluções e serviços. Para chegar às selecionadas, a organização disponibiliza um especialista para auxiliar na busca – importante entrar em contato para mais informações, como possíveis valores de custo. 

Banco de Preços 

Há 10 anos no mercado, Banco de Preços funciona por assinatura e se destaca por ser considerado a maior base de preços públicos do Brasil com abrangência federal, estadual e municipal. Além disso, apresenta um software único compilando todas as informações necessárias para buscas de atas e suporte ilimitado de um time de especialistas em pesquisa de preços. 

Banco de Atas

O Banco de Atas foi idealizado com o propósito de somar bens e serviços disponíveis para adesões às atas de registro de preços. Sendo uma ferramenta colaborativa ao servidor público, concentra uma grande variedade de produtos registrados em um único lugar, facilitando a localização. 

Através do site é possível reduzir até 90% do tempo de contratação ou aquisição e obter maior economia utilizando contratações mais volumosas.

Sites fornecedores

Conforme citamos na introdução, alguns fornecedores que ganharam licitações, disponibilizam as atas de registro de preços que integram em seus sites oficiais, também facilitando as buscas por produtos e serviços específicos. Ou seja, se tem uma empresa em mente, vale conferir se esta já não oferece a ata pela qual está procurando. 

A Layoutcom, por exemplo, oferece as próprias atas vigentes para linhas completas de móveis para escritórios e hospitais em seu portal. Assim, aderindo a preços federais da empresa ainda disponíveis. 

Encontrei a ata, e agora? 

O órgão não participante da ARP, caso tenha interesse em fazer adesão aos produtos e soluções registrados, deverá seguir um passo a passo para pegar “carona” em determinada ata. Para isso, será necessário fazer uma requisição interna de despesas e enviar uma solicitação de autorização de adesão referente ao produto ou serviço que se pretende fazer a aquisição tanto para o órgão gerenciador da ata como para a empresa vencedora da licitação.

“Será necessário fazer as duas solicitações para saber se o órgão gerenciador disponibiliza a carona no processo dele e perguntar ao fornecedor se ele aceita entregar o objeto em um novo destino com as mesmas condições da licitação original”, explica Maria.

Ela também destaca que a grande vantagem de ser um “carona” é pular a etapa da licitação. Ou seja, ir direto para compra e venda, o que é muito utilizado em situações de urgência. Já que uma licitação rápida pode se estender por até três meses, enquanto o processo de “carona” pode ser finalizado em uma semana. 

Após a liberação que acontecerá caso tenha mercadorias suficientes disponíveis, o “carona” precisará elaborar um documento com a justificativa da compra e encaminhar todo o processo para a análise da Procuradoria.

Dica final

Como vimos, existem diversos sites e modos de onde e como encontrar atas de registro de preços. Os bancos de atas e os próprios sites de fornecedores estão disponíveis em toda a rede para otimizar seu tempo de pesquisa, o que é super válido, pois através do Google ou outras plataformas de busca fica mais difícil de chegar aos resultados desejados. 

Porém, por segurança, sempre vale conferir o resultado no portal de transparência do governo para validar as informações, já que este é o meio mais efetivo para consultas.

Sistemas para gestão de casas de repouso e lar de idosos

6 sistemas de gestão para casas de repouso, lar de idosos, residencial sênior ou ILPIs

Orçamentos por telefone, apresentação de planos e acomodações, ficha cadastral, contatos, horários de cada residente, controle de visitas e muitos outros processos de sua casa de repouso, residência ou ILPIs – Instituição de Longa Permanência para Idosos – podem ser muito mais rápidos e práticos se somados a algumas tecnologias. 

Sistemas e programas de computadores podem te auxiliar na administração de sua empresa, desde o contato com possíveis clientes ao relacionamento com suas famílias, até mesmo ao controle do histórico de suas atividades, alimentação e saúde. Por essa razão, os softwares são vistos como um otimizador de processos e trabalho.

No cenário das ILPIs e residências ou lares de idosos, é muito comum uma demanda alta de funções para um pequeno número de profissionais. Com isso resta pouco tempo para tarefas organizacionais, como o planejamento e o desenvolvimento de estratégias, até mesmo para a qualificação da equipe em diferentes frentes de atuação que poderiam trazer diferenciais para os seus serviços. 

Ao longo deste artigo, veremos benefícios e modelos para você incrementar a gestão de sua empresa e melhorar ainda mais a estadia de seus moradores. 

Mas, antes de seguirmos, o que é um software? 

Um sistema de gestão ou software é um programa de computador que agrupa diversas vantagens para os vários processos de gestão de um negócio. Com muitas opções, ele auxilia na rotina de casas de repouso de pequeno, médio e grande porte, sendo a solução para compor e organizar as responsabilidades de seus funcionários. 

Também tendo como finalidade principal automatizar os processos operacionais, tornando-se essencial para a administração de qualquer estabelecimento.

Se idealizado para casas de repouso, o software deve centralizar todas as informações em um único ambiente. Seu objetivo é que tanto o gestor quanto a equipe passem a ter uma visão mais ampla de todas as etapas de atividades que acontecem no local. Assim, tendo um balanço de quais os idosos necessitam de mais atenção ou atendimentos personalizados, por exemplo. 

Independente do software escolhido, há alguns detalhes que merecem atenção no momento de optar pelo melhor para a sua empresa. O sistema deve se encarregar de gerir informações e atividades do financeiro, administração, dados de colaboradores e, no ambiente de ILPIs e residenciais geriátricos, atividades clínicas, acompanhamentos multidisciplinares, rotinas, evoluções, anotações de enfermagem, além da gestão de estoque de medicamentos e insumos. E, claro, construir um bom e pró ativo relacionamento com os familiares e responsáveis. 

Quando é necessário contratar um sistema de gestão?

A partir do momento que o residencial sênior ou lar de idosos, mesmo que com capacidade para poucos idosos, começa a ter funcionários exercendo as mais diversas funções, como orçamentos, atendimento, enfermagem, estoque e compras, o sistema de gestão deve ser inserido. Quanto mais responsabilidades para gerir, mais ganhos seu negócio terá ao implantar um sistema de gestão que simplifique e automatize os processos burocráticos ou que demandam maior segurança e confiabilidade, principalmente quando se trata do acompanhamento e informações dos idosos.

Dessa forma, tanto os processos quanto os possíveis problemas estarão centralizados em apenas em um local, melhorando a performance do trabalho. Sem um software para a sua casa de repouso, você corre o risco de entrar em um eterno retrabalho, ou seja, mais de uma pessoa executando a mesma tarefa, ou até duas deixando a mesma obrigação de lado. Em resumo, o passo a passo e os bons resultados se perdem por falta de controle e registros. 

6 sistemas de gestão para casas de repouso

A seguir, veremos algumas opções de softwares e suas características para facilitar a rotina de sua casa de repouso, lar de idosos, residencial sênior ou ILPI. Eles são: 

  1. Scaelife
  2. SisHOSP
  3. Gestão Click
  4. Enkad
  5. Silpi
  6. Singular

Conheça os sistemas de gestão disponíveis e indicados para casas de repouso, lar de idosos, residencial sênior ou ILPIs. 

Scaelife

O Scaelife é um software para o gerenciamento assistencial de Instituições de longa permanência (ILPIs), organizações filantrópicas e não filantrópicas, como casas de repouso, residenciais e hotéis geriátricos. 

O sistema possui diversas ferramentas que auxiliam na gestão das rotinas assistenciais, financeiras e operacionais. Tudo para que o gestor ou responsável clínico possa focar no cuidado com as pessoas – que é o mais importante. 

Entre as opções há três planos e diferentes formas de assinatura e pagamento. Os modelos de negócio são: 

  • Acompanhamento clínico;
  • Acompanhamento clínico + estoque;
  • Gestão empresarial e relacionamento familiar.

O sistema também reúne diversas funcionalidades que auxiliam nas atividades diárias e na relação com as famílias a partir de relatórios compartilhados. 

  • Cadastro de residentes/hóspedes (documentações e convênios);
  • Ficha de acolhimento de residentes;
  • Planejamento clínico através de Semiologia (diagnósticos e prescrição);
  • Ficha de acompanhamento e anotações diárias;
  • Agendamento de exames clínicos;
  • Agendamento de consultas médicas;
  • Prescrição nutricional;
  • Prescrições de medicamentos;
  • Cronograma diário para execução de atividades clínicas;
  • Controle de estoque individualizado (medicamentos e utensílios);
  • Previsão de falta de medicamentos;
  • Acompanhamento da saúde ocupacional e segurança do trabalho;
  • Gestão de orçamentos;
  • Controle de recibos.

SisHOSP

Com o software de gestão para casa de repouso SisHOSP, sua empresa mantém sempre as informações dos seus hóspedes atualizadas. Além de controlar a agenda para consultas, procedimentos e compromissos dos seus pacientes, bem como a saída e retorno do hóspede para exames.

O sistema conta também com um modelo de prontuário médico, no qual todas as informações sobre o acompanhamento clínico são registradas, garantindo maior segurança – sendo possível prescrever medicamentos, dietas, cuidados gerais e solicitação de exames de rotina, por exemplo. 

Contendo ainda o smart painel, o software apresenta os cuidados e prescrições, eventos e compromissos agendados e previstos para cada hóspede, indicando o preparo e realização. Através de seus recursos, o sistema chama a atenção da enfermagem e dos cuidadores quando está chegando a hora de uma medicação, cuidado ou de um compromisso. Checada a atividade, o painel é imediatamente atualizado.

Principais funcionalidades: 

  • Cadastrar seus pacientes;
  • Prontuário médico;
  • Prontuário de enfermagem;
  • Gestão financeira;
  • Gestão do estoque;
  • Segurança de dados dos pacientes e suas famílias. 

O SisHOSP apresenta dois modelos diferentes de sistema de gestão: um focado em casas de repouso e residenciais seniors e outro idealizado para instituições de longa permanência.

Gestão Click

O Gestão Click apresenta diversos planos – do bronze ao platina -, cada um deles contando com atualizações em suas funções. Os modelos de assinatura também vão do mensal até o anual, passando pelo semestral e trimestral. 

O software auxilia nas atividades mais básicas de cadastros de clientes, controle financeiro e estoque à emissão de boletos e demais funções realizadas diretamente na plataforma online. Focado também na gestão financeira da casa de repouso, ele apresenta espaços destinados a contas para pagar, a receber e fluxo de caixa. 

Características centrais: 

  • Controle financeiro;
  • Controle de estoque de insumos;
  • Fonte de caixa;
  • Orçamento de vendas;
  • Ordens de serviço;
  • Emissão de notas e boletos;
  • Atendimento;
  • Perfis de acesso remoto.

Enkad

O software Enkad para casas de repousos possibilita o cadastro do residente com todas as informações necessárias para acompanhar o bom funcionamento da rotina do local. O sistema possui desde telas de cadastros de tarefas, avisos e solicitações até o controle de medicamentos de cada residente, consultas e relatórios. 

Além disso, há cadastros e relatórios dos mais diversos passos e processos presentes na instituição: contato de transportadoras, fornecedores, funcionários, doadores, voluntários, produtos, medicamentos, cardápios, serviços, atividades, dedetizações, reuniões, visitas médicas, receitas, atestados, exames, alimentações, acidentes, bem-estar dos moradores e muito mais.

Sistema de gestão Enkad para casas de repouso

Silpi

Com o Silpi, de uma forma segura e organizada, o sistema ajuda a sua equipe a gerenciar sua casa de repouso, lar de idosos, residencial sênior ou ILPIs. O software facilita os processos de trabalhos, refletindo positivamente nos seus resultados, uma vez que consegue na prática, alinhar informações do dia a dia. 

Funcionalidades do Silpi: 

  • Sistema online;
  • Controle de residentes;
  • Hospedagem;
  • Estoque de remédios;
  • Administração de remédios;
  • Controle de saídas;
  • Chat interno;
  • Notificações;
  • Acompanhamento clínico;
  • Assinatura digital.

Singular

Singular é um sistema de gestão para casas e lares de idosos, residências seniores e ILPIs focado em três pilares: comunicação com a família, gestão de medicamentos e prontuários eletrônicos.

O seu principal diferencial é um aplicativo próprio para smartphones, no qual a plataforma compila todas as informações de forma prática e objetiva para que as equipes e familiares otimizem o tempo e estejam sempre a par dos processos. Ele conta com fácil organização e comunicação – atualizando os responsáveis sobre os cuidados, alimentação, sono e mais detalhes diretamente no telefone. 

Singular também conta com um prontuário eletrônico médico e de enfermagem completo, personalizável e preparado para LGPD, mantendo salvo todos os dados e otimizando as trocas de informações.

Ciente de todos os pontos positivos que a adesão de um sistema de gestão pode agregar a sua casa de repouso, lar de idosos, residencial sênior ou ILPIs, agora é só escolher qual se enquadra melhor a sua empresa e identidade de seus serviços!

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